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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Metro de Lisboa - Não havia necessidade...

Hoje de manha, antes do meu despertador tocar, a minha mãe segredou-me "olha que hoje o Metro faz greve".
Sendo 6.30 da manha, e tendo me deitado ás 4 obviamente que não respondi bem, o mau humor matinal associado a uma pesada derrota dos 76ers não ajudaram..."Sim mãe, já sei isso desde dia 15". Mas que diferença me iria fazer? Todos os dias tenho aulas ás 11 e ás 8:30 já me encontro na rua. Por forma a perder tempo apanho o autocarro no Sr. Roubado, que demora depois uma hora até chegar ao Cais-do-Sodré.
Que seria diferente para mim no dia de hoje? Perderia uma hora e meia? Duas horas? Mesmo assim ainda deveria chegar a horas. Ou talvez não.....

Chego à estação e o cenário não podia ser mais aterrador. Reparem na foto:

Sr. Roubado em dia de Apocalipse

Mas por mim era tranquilo. Como eu nem gosto de apanhar logo o transporte, com esta quantidade de populaça mesmo um autocarro chega bem. Então decido ir para o fundo da fila. Aí comecei a perceber que afinal o meu dia não seria igual aos outros:

"Jesus, isto é capaz de demorar"

Sinceramente, eu compreendo que a greve seja um direito. Claro, "25 de Abril", "os nossos pais lutaram por isto". ya ya ya. Eu sei! Mas a nossa liberdade ás vezes acaba quando começa a liberdade do outro. E hoje foi literalmente o caso.
Eu não sabia qual era o motivo da greve. Inicialmente pensei que o motivo era nobre, com a história do novo plano estratégico de transportes e a mais que certa fusão da CARRIS com o Metro alguns trabalhadores acabarão por ser despedidos, é um facto, todos sabemos. E nada como uma medida de força para dar a perceber a entidade empregadora a nossa posição.
Chego a casa e descubro o motivo "Trabalhadores do Metro contra cortes salariais". FODA SE! Mas estão a gozar comigo? Então não tiraram o subsidio de férias a quase todos os trabalhadores da função pública (excluindo o Banco de Portugal e os altos cargos da TAP, essa tão "sem prejuízo" empresa pública)? E o 13º mês? Também não desapareceu? Então o que é que eles querem? "Fazer uma greve para protestar contra o corte nos salários"? E decidem prejudicar uns bons milhares de pessoas que, esses sim, arriscaram uma falta injustificada?

É que reparem bem, estive uma hora e meia na fila e nem sequer 1 autocarro da CARRIS passou. Esperem, estou a ser mentiroso, passaram 2 que vinham de Odivelas, estavam tão cheios que nem chegavam a passar na paragem do Sr. Roubado. Pois claro, e o Metro preocupado? Claro que não. Quanto mais pessoas conseguirmos prejudicar mais ganhamos. Como NÃO vos compreendo...Sinceramente... As pessoas que utilizam o transporte público são pessoas com passe mensal, portanto a despesa não se fez em termos de "prejuízos financeiros". Mas a greve não poderia ter sido feita ao meio dia? Porque não? Não teria o mesmo impacto? Ninguém repararia que estão revoltados (como quase toda a gente) pelos cortes e mais cortes que  temos vindo a sofrer na pele? Isso não é, de todo, motivo para prejudicar o próximo..

E melhor que isto, já está agendada outra. Que maravilha. Porque o povinho percebe que os funcionários do metro estejam revoltados. Afinal "se eu pudesse também fazia" como se chegou a ouvir num determinado momento.
Claro que sim.Quem duvida? Da mesma forma que quando vê um acidente na auto-estrada reduz a velocidade para perceber o que aconteceu (tal como os 100 a seguir a si, provocando depois uma fila de uma hora). Claro que sim...

Tenham juízo, façam greve por uma causa nobre. Mas salários numa altura como esta, em que todos estão a ser cortados? E se querem fazer greve pensem também nos outros. Porque não ter um pouco de cidadania?

Espero terça feira não ter que voltar aqui por este motivo.

terça-feira, 30 de março de 2010

pequenos erros...

quando nem os professores se safam, como é que a universidade pode ficar bem vista?
reparem neste excerto de um slide sobre uma cadeira de nível universitário(3º ano):

"Williams (falecido em 1939), é ainda um dos mais
importantes defensores deste conceito"

Ora bem , esse senhor já morreu, e é ainda um dos mais importantes defensores? Algo me falha ou o senhor deixou de poder defender tal conceito? "é Ainda"???mas morreu em 1939....
Está visto porque é que os alunos não sabem para mais...

sexta-feira, 5 de março de 2010

O ultimo texto de Eduardo Prado Coelho

(este mail chegou me por intermédio de uma pessoa que me é muito querida. Como sei que mais que mãe, ela é minha amiga, também eu o serei, partilhando o mesmo para os que tenham a vontade de o ler).

Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (no dia 25 de Agosto de 2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta

Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,
bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude
mais apreciada do que formar uma família
baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais


poderão ser vendidos como em outros países, isto é,
pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.


Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil
para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,
onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:


-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,
reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que
é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis
que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média
e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,
ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro
e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,
mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,
melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem
corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas,
mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita,
essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui
até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,
mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,
é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS . Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,
o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,
mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a
erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,
nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?


Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei
com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece
a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,
ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,
igualmente estancados... igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa
a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,
a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses
nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,
não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,
de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO .

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.


E você, o que pensa ?... MEDITE !

quinta-feira, 4 de março de 2010

A ignorância...

Ontem, durante uma aula teorica, a ignorância saiu à sala...Estou a parafrasear uma musica de José Afonso("a morte saiu à rua"), porque é mesmo isso que senti.. Verdadeira ignorância e boçalidade de uma colega, que para o caso atribuirei o nome de "Ana".
Eis a historia:
-Durante a aula de FPOT(fundamento de planeamento e ordenamento de territorio) um professor, de forma pertinente, pede o significado da palavra "racionalizar"..Termo simples, que sem necessidade de consulta de dicionarios, tem como base "ser pratico, metodico, sistematico", mas a aluna, para além de mostrar uma tremenda ausencia de vocabulario (inacreditavelmente a colega não sabia falar, sem palavras, tentando dar exemplos do que pretendia dizer...foi uma autêntica amostra do que o aluno actual é. Inculto, ignorante, iletrado, marrão...).

Mas ficariam surpreendidos se vos disser que a aluna confundiu "racionalizar" com "racionar"??? Foi um acto barbaro de ignorancia. Então quando surge o exemplo "da comida" foi de chorar...Uma vergonha. Viva o sistema actual, permite a alunos como estes chegarem longe sem sequer saber falar/interpretar/pensar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Tragédia no Haiti

Cenário paradisíaco...


...ou miséria extrema? Haiti, uma manta de retalhos, um país de contrastes...


Da catástrofe natural que o pequeno Haiti viveu, muito já foi dito...
Começando por se referir o sismo que lhe deu origem, epicentro perto da capital, destruiu este país, enviando depois ecos para todo o planeta com o mote "sejam solidários".
Confesso que não enviei qualquer remessa (pelo simples facto de ainda não pagar contas) mas é algo que não me importaria de o fazer, tal é o estado de desgraça daquele pequeno país.

Mas sobre o natural já tudo foi dito, neste momento falarei sobre o social, e sobre as minhas extremistas em relação a determinadas atitudes que têm vindo a acontecer e a ser noticiadas pela imprensa(escrita e falada).

Palavras como "saque", "roubo", "pilhagens", "incêndios","destruição" sempre fizeram fazer parte do vocabulário do povo local, mas neste momento fazem parte da realidade. Centenas de gangues foram criados, exibindo na rua catanas e espingardas, procurando roubar o mais que conseguirem.

Numa altura em que o país precisa de união("a união faz a força") muitos decidem enfraquecer a pouca força que ainda resta..criando um clima de medo e insustentável politica de medo. Quem vive nestas circunstancias? Ninguém, unicamente se sobrevive.

Tem chegado ajuda, dos mais diversos pontos do Globo, e mesmo essa tem sido alvo de boicotes e pilhagens por parte de pessoas pouco dadas à partilha...

Fosse eu nomeado como autoridade policial e trataria de pôr em prática o temerário código de Hamurabi. Salvo certas passagens ("Se uma casa mal-construída causa a morte de um filho do dono da casa, então o filho do construtor será condenado à morte (Secção 230)"), quem é apanhado a roubar uma vez será alvo de um aviso, próxima vez ficará sem mão. Ao segundo roubo, a segunda mão deixará de existir. Medidas extremas para atitudes bárbaras.

Medidas radicais para atitudes condenáveis num cenário dantesco e impraticável, apenas desenhado pelo mão de Todo Poderoso...Ninguém merece tamanha tragédia...

Continuem a lutar, porque todo o planeta está com vocês!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Avaliação de Professores



Pseudo escritora, ministra e neste momento pseudo esperta. Estamos destinados a não evoluir...



A avaliação de professores é algo que me tira do sério...
Uma vez ouvi "quem sabe - faz, quem não sabe - ensina", e revejo nesta mensagem toda a minha ideia geral sobre qualquer professor do 5º ao 12º anos de escolaridade.

Estes professores têm exactamente os mesmos dias de férias que os alunos(são a única classe social portuguesa com mais de 1 mês de férias pagas)e que são premiados mesmo que não cumpram qualquer tipo de objectivo(a sua a avaliação é dada de acordo com rigorosamente nada, em vez de ser atribuída em função das notas finais dos alunos[seja em exames nacionais, ou em exames internos realizados a nível de escola] esta é atribuída de acordo com a cunha e a vontade de cada avaliador.

Maria de Lurdes Rodrigues, a ultima ministra da educação, apesar de muita asneira que fez(e não foram poucas...começando pelo facilitismo monumental dos exames nacionais e da posterior elevação das notas de candidatura para as Universidades) esta não cedeu aos caprichos dos professores. Engraçado quando se queixam de terem de corrigir exames nacionais quando são pagos ao exame...Isto só neste país...

A entrevista à actual ministra da educação(uma coitada pseudo-escritora de nome Isabel Alçada) no dia de hoje(dia 8 de Janeiro) no telejornal foi o espelho da politica nacional de imbecilidade e tristeza que nos vai sendo dada a conhecer neste inicio de corrida aos votos...

Qual maquina de propaganda, esta defende se da concordância em relação a esta classe reles e miserável que são os professores, dizendo que estes são diferentes dos funcionários públicos apesar de serem iguais. Esperem lá, diferentes e iguais?? Que é isto? Um filme do Mr. Bean? Mas desde quando é que esta classe ganhou tanto poder que deixaram de fazer parte dos ditos "funcionários públicos"?

É um facto, 25 dias de férias por ano e uma tremenda luta pela subida na carreira é algo insuportável. Ainda para mais quando se está habituado a ter 25 dias de férias só num intervalo de período...

Tenham vergonha, e acima de tudo respeitem quem trabalha. Senhora ministra, vá se Rir para o car%$#%&, porque a sua cantiga a mim não me embala. Já a vender se e ainda não tem a pasta há um ano? Foda se para a vergonha em que vai este país.
Vergonha para este conjunto de politicas que vai atrasando este país...

Disse Júlio César, o grande imperador Romano, "Lá para os lados da Ibéria existe um povo que não se governa nem se deixa governar"...Há tanto tempo e com tanta razão.

Casamento homossexual

Aprovado! A proposta do Governo que legaliza o casamento entre homossexuais defendida pelo próprio Primeiro Ministro foi aprovada pela maioria da esquerda...

Esta uma notícia que não me faz jeito nenhum, mas em termos conceptuais, é um GRANDE exemplo de democracia...
Contudo, é bastante discutível, sem dúvida. O matrimónio é a união entre um homem e uma mulher por meio de reconhecimento social, governamental e religioso, porquê descontextualizá-la? Para que serve a um homem unir-se a outro homem, ou uma mulher a uma mulher, por meio do casamento? Não será como ir parar a uma festa enganado/a? Quem é a noiva/o? Quem se veste branco? Não será o mesmo que um heterossexual tentar fazer da Gay Parade uma festa heterossexual?



Isto é uma gay parade - vamos fazer uma festa com o mesmo nome mas para heterossexuais?


Acreditem, não fazendo qualquer diferença para a discussão suspeita, sou heterossexual e não sou nada afecto à ideia de casamento em si... é uma ocasião como outra qualquer em que um casal se une a outro, mas que por tradição sempre foi o homem com uma mulher.
E acreditem, não sou a favor de tradições, mas neste caso é bem diferente. Eu peço, por exemplo, que se acabe com a tradição da tourada, mas alterá-la de touro para burro é desvirtuar a coisa... imaginem o burro atrás do toureiro... é um pouco como o homem/mulher vestido de noiva/noivo para reproduzir a sensação de união que se iniciou desde há muitos séculos atrás.

Reconheço, como dever democrático, os direitos de qualquer homossexual. Mas é no mínimo discutível a celebração da união de um casal homossexual por uma predita para heterossexuais. Se se quer separar os tomates das maçãs? Sim, é um facto, há diferenças.

Mais, o direito de constituir família que inerente ao casamento, seria outra discussão. O primeiro ponto é assumir que de facto, seria uma família diferente, não venham com tretas de "a criança só precisa de amor e educação".
Obviamente que não há um pai ou uma mãe num casal homossexual. Desconhece-se os efeitos que terá numa criança nascer e crescer entre dois homens ou duas mulheres. Não digo que terá efeitos nefastos, mas quem garante que essa pessoa queira crescer entre dois homens ou duas mulheres? É contra-natura, assuma-se, e será que a criança deseja ou faça-lhe diferença a adopção por homossexuais? É um pouco como o direito a ser baptizado, eu gostaria que me tivessem perguntado em idade própria, se queria ou não agregar-me à igreja em vez de me atirarem água benta para a testa para um tipo vestido de bata a quem eu só conseguiria dizer "gugu dádá".

No mínimo, fica o exemplo democrático, e agora venham as festas Gay Parade para heterossexuais!